IR. FRANCISCA DESTACA O PASSADO, O PRESENTE E O FUTURO
Atual diretora enfatiza o empenho de todos os profissionais que passaram pelos Santa Maria nesses 70 anos
Foi a diretora do Santa Maria, Irmã Francisca Borguezan, quem abriu oficialmente as festividades dos 70 anos. Em seu discurso, a religiosa relembrou o passado, destacou o presente e alertou para o futuro.
“Precisamos reverenciar a bravura dessas nossas irmãs. Sem elas, nada do que temos hoje seria realidade. Aquela pequena casa, de quatro quartos que viraram salas de aulas, cresceu...”, destacou Irmã Francisca, lembrando o trabalho e perseverança de Ir. Raphaelis, Ir. Claudia, Ir. Willigis, Ir. Nepomuncina, Ir. Nikasia e Ir. Walgildis – as seis religiosas fundadoras do Santa Maria.
Ir. Francisca fez questão de destacar que o Santa Maria faz parte do dia-a-dia de milhares de alunos e ex-alunos. “O tempo passou e as conquistas foram muitas. Mas cada fruto colhido precisou ser plantado e regado, com muito amor, por inúmeras pessoas. O Santa Maria nasceu, cresceu e se solidificou por um único motivo: o amor. O amor de inúmeras irmãs, professores e funcionários, que se dedicaram de corpo e de alma para transformar o Santa Maria em uma referência educacional, e mais: na segunda família de milhares de alunos que passaram por nossas salas de aulas, em todas essas sete décadas”, disse a diretora.
Preocupada com o futuro, Ir. Francisca lembrou que a construção do amanhã começa em cada atitude do presente. “As lutas do passado não devem ser apenas memória. Temos que celebrar essas sete décadas, pensando nas próximas sete décadas que virão. É claro que não podemos pensar no futuro sem valorizar o passado. Se o passado é memória, o presente é percepção e o futuro, esperança. E para construir essa esperança precisamos construir um novo presente. Um presente que surpreenda. Um presente que seja comprometido com o futuro”, contou.
Orgulhosa de estar à frente do Santa Maria, Ir. Francisca destacou a modernização do colégio nos últimos anos. “Tenho orgulho de poder estar à frente de uma escola tradicional, mas moderna. Uma escola que não ficou parada no tempo. Uma escola que se modernizou para atender à demanda da Educação do século XXI. Os desafios desta nova maneira de formar os jovens, são muitos. Mas, como há setenta anos, nós não temos medo do novo, não temos medo de arriscar, de construir,...”, disse a religiosa, que encerrou sua participação convidando a todos para um desafio: “convoco a todos para juntos construirmos tudo novo de novo. Queremos educar para transformar”.
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